A convivência nas aulas do curso de direito em Foz do Iguaçu fez com que os colegas de faculdade Alexandre Polita e Kazumy Chriz Barbosa de Oliveira se tornassem mais que amigos. Os trabalhos, livros, TCC e até mesmo o transporte de São Miguel (cidade onde moram) a Foz, contribuíram para que o namoro acontecesse, e hoje 16 anos depois, os advogados comemoram a relação harmônica, fruto do encontro na faculdade. O relacionamento que começou no início do período acadêmico foi positivo para a formação com qualidade do casal que atualmente trabalha com advocacia pública e privada. Segundo eles "dividíamos as anotações das aulas, os livros e estudávamos juntos para as provas, sempre com intervalos para namorar é claro. No nosso caso o namoro facilitou os estudos e vice-versa" comenta Alexandre.
Casados há sete anos e com dois filhos: Cauê, 7 anos e Enzo, 5 anos, Alexandre e Kazumy tentam não exceder quando o assunto é levar trabalho para casa. Trocar ideias, buscar conselhos um do outro ao lidar com algumas questões do trabalho são pontos importantes apontados por eles, porém tudo comedida para não desgastar a relação.
"No início da nossa vida profissional trazíamos muito o trabalho para dentro de casa e às vezes gerava certo atrito com as questões pessoais. Atualmente conversamos pouco sobre trabalho em casa, procuramos resolver todas as questões no expediente para que a atenção esteja voltada para outras atividades importantes do nosso dia-a-dia. E a vida tem sido bem melhor assim" finaliza a advogada.
Alexandre e Kazumy com os filhos Cauê e Enzo
A exemplo de Alexandre e Kazumy, muitos casais se formam durante o período letivo da faculdade. Se comandada positivamente, essa união só tem a trazer benefícios para o relacionamento e a vida universitária. Porém é necessado lembrar que antes de serem namorados, são acadêmicos e empenhar-se na faculdade é fundamental para definir sua futura qualidade profissional.
Francielle Calegaro


















